Grandes líderes empresariais, como Jamie Dimon e Brad Smith, estão priorizando a adaptação e requalificação de seus funcionários para a era da inteligência artificial, visando evitar agitação social e aprimorar capacidades humanas.
Líderes de grandes corporações estão adotando uma abordagem estratégica para a integração da inteligência artificial no ambiente de trabalho, priorizando a adaptação e requalificação de seus funcionários. Nomes como Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase, e Brad Smith, da Microsoft, defendem que a IA deve ser uma ferramenta para aprimorar as capacidades humanas, e não para substituí-las. Dimon, inclusive, expressou preocupação com a possibilidade de "agitação civil" caso a automação resulte em demissões aceleradas sem o devido suporte aos trabalhadores, planejando requalificar, realocar e oferecer apoio de renda aos seus colaboradores.
Essa postura reflete uma mudança na percepção sobre a IA, que, segundo a Deloitte, está migrando da fase de testes para a escalabilidade nas empresas. Contudo, a maior barreira para essa integração é a insuficiência de habilidades dos trabalhadores. A eficácia da liderança neste cenário será medida pela capacidade de auxiliar o pessoal a acompanhar a transformação tecnológica, garantindo que a IA seja uma força para o progresso e não para a desestabilização social.