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Hugo Motta elogia e defende decisão de Flávio Dino sobre suspensão de 'penduricalhos'

O presidente da Câmara, Hugo Motta, elogiou a decisão de Flávio Dino de suspender benefícios que excedem o teto constitucional, defendendo o debate sobre a reforma administrativa e o reajuste dos servidores da Casa.

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Foto: G1 Política
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10/02 às 16:53

Pontos principais

  • Hugo Motta, presidente da Câmara, elogiou a decisão de Flávio Dino de suspender os "penduricalhos" de servidores públicos.
  • A medida de Dino afeta benefícios que ultrapassam o teto remuneratório constitucional de R$ 46,3 mil nos Três Poderes.
  • Motta afirmou que a suspensão alimenta o debate sobre a Reforma Administrativa, cobrada pela sociedade.
  • O presidente da Câmara defendeu o reajuste dos servidores da Casa, justificando que seguiu parâmetros do Judiciário e TCU e não aumentou despesas.
  • A mudança nos pagamentos pode abrir espaço para gratificações de até 100% na Câmara e no Senado, mesmo acima do teto.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, manifestou apoio à decisão do ministro Flávio Dino de suspender o pagamento de "penduricalhos" a servidores públicos, classificando a medida como "feliz" e destacando que ela "traz luz" a um tema importante. A suspensão abrange benefícios que excedem o teto remuneratório constitucional de R$ 46,3 mil, aplicável aos Três Poderes, e, segundo Motta, impulsiona o debate em torno da Reforma Administrativa, tema de grande relevância para a gestão pública e cobrada pela sociedade.

Em meio à discussão, Motta aproveitou para defender o reajuste dos servidores da Câmara, argumentando que a Casa seguiu os mesmos parâmetros adotados pelo Judiciário e pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Ele enfatizou que o reajuste foi implementado com critério e sem gerar aumento nas despesas orçamentárias, buscando desassociar a medida da Câmara da polêmica dos "penduricalhos" suspensos por Dino. A mudança nos pagamentos pode, inclusive, abrir espaço para valores acima do teto, com gratificações de até 100% na Câmara e no Senado.

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