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EUA avaliam ataque ao Irã e preparam envio de segundo porta-aviões ao Oriente Médio

Os EUA avaliam um possível ataque ao Irã e preparam o envio de um segundo porta-aviões ao Oriente Médio para pressionar o país sobre seu programa nuclear, em meio a negociações e ameaças.

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Foto: G1 Mundo
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10/02 às 16:53 · atualizado 11/02 às 20:01

Pontos principais

  • O Departamento de Guerra dos EUA ordenou a preparação de um segundo porta-aviões, o USS George H.W. Bush, para o Oriente Médio, visando pressionar o Irã.
  • Autoridades americanas indicaram que os EUA se preparam para um possível ataque ao Irã, embora Trump prefira um acordo diplomático.
  • EUA e Irã se reuniram em Omã para discutir a limitação do enriquecimento de urânio iraniano, que Teerã afirma ser para fins pacíficos.
  • O Irã exige o levantamento das sanções financeiras e insiste em seus direitos nucleares, enquanto Israel pressiona por limitações aos mísseis iranianos.
  • O porta-aviões USS Abraham Lincoln já está na região, e os EUA realizaram manobras militares perto da costa do Irã.

Os Estados Unidos estão avaliando a possibilidade de um ataque ao Irã e preparando o envio de um segundo porta-aviões, o USS George H.W. Bush, para o Oriente Médio. A medida visa aumentar a pressão sobre Teerã em relação ao seu programa nuclear e de mísseis balísticos. Apesar de o presidente Donald Trump ter expressado otimismo com as negociações diplomáticas em andamento, ele mantém a opção militar, citando precedentes de ataques a instalações iranianas. O porta-aviões USS Abraham Lincoln já está na região, e os EUA realizaram manobras militares perto da costa do Irã, intensificando a tensão.

Representantes dos EUA e do Irã se reuniram em Omã para discutir a limitação do enriquecimento de urânio, que o Irã afirma ser para fins pacíficos. No entanto, Washington busca expandir as negociações para incluir o programa de mísseis balísticos, que Teerã considera não negociável. O Irã, por sua vez, exige o levantamento das sanções financeiras e insiste em seus direitos nucleares. A situação é acompanhada de perto por Israel, cujo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu se reuniu com Trump na Casa Branca para discutir a questão iraniana, pressionando por limitações aos mísseis iranianos em qualquer acordo.

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