É #FAKE: Ginastas brasileiras não foram expulsas da Dinamarca por 'atacar sociedade hétero'
Circula nas redes sociais uma notícia falsa de que a seleção brasileira de ginástica rítmica foi expulsa da Dinamarca por uma apresentação com 'música woke' e por 'atacar a sociedade hétero'.
Pontos principais
- Posts falsos alegam expulsão de ginastas brasileiras da Dinamarca por 'música woke' e 'ataque à sociedade hétero'.
- A Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) desmentiu a informação, afirmando que a equipe não esteve na Dinamarca.
- A Dinamarca não possui leis contra manifestações sobre 'sociedade hétero' e é pioneira em direitos LGBT+.
- O termo 'woke' é usado pejorativamente para abordar questões sociais como igualdade e movimentos LGBTQIA+.
É falsa a alegação de que a seleção brasileira de ginástica rítmica foi expulsa da Dinamarca por uma apresentação com 'música de protesto woke' e por violar uma suposta lei contra 'ataques à sociedade hétero'. A Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) desmentiu categoricamente a informação, esclarecendo que a equipe não participou de nenhuma competição ou evento no país escandinavo. A disseminação dessa notícia falsa busca criar uma narrativa distorcida sobre eventos internacionais e a postura de atletas brasileiros.
Além disso, a Dinamarca é reconhecida mundialmente por sua legislação progressista em relação aos direitos da comunidade LGBT+. O país foi pioneiro na legalização da homossexualidade em 1933 e na união civil entre pessoas do mesmo sexo em 1989, não possuindo qualquer tipo de legislação que proíba manifestações contrárias à 'sociedade hétero'. A utilização do termo 'woke' de forma pejorativa, nesse contexto, visa desqualificar discussões sobre igualdade racial, feminismo e movimentos LGBTQIA+.
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