A CPI do Crime Organizado adiou os depoimentos dos governadores Raquel Lyra e Cláudio Castro para depois do carnaval, devido ao regime semipresencial no Senado e cancelamentos anteriores, com o presidente da CPI prometendo convocar Ibaneis Rocha.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado decidiu adiar os depoimentos dos governadores Raquel Lyra (Pernambuco) e Cláudio Castro (Rio de Janeiro) para depois do carnaval. A decisão foi motivada pelo regime semipresencial adotado no Senado e por uma sequência de quatro cancelamentos de sessões da CPI em 2026, que impediram a continuidade dos trabalhos. A presença de Raquel Lyra era aguardada para apresentar um panorama sobre o crime organizado no país, informação considerada crucial para a elaboração do relatório final da comissão.
Além dos adiamentos, a CPI enfrentou ausências notáveis, como a de Cláudio Castro e a do governador Ibaneis Rocha (DF), que indicou seu secretário de segurança pública, Sandro Avelar. Contudo, Avelar também faltou, sendo substituído por Alexandre Patury. Diante desse cenário, o presidente da CPI, Fabiano Contarato, declarou que convocará Ibaneis Rocha, o que tornará sua presença obrigatória sob pena de crime de responsabilidade, buscando garantir o andamento e a efetividade das investigações.