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BNP Paribas projeta ouro a US$ 6.000 até o fim do ano impulsionado por riscos e bancos centrais

O BNP Paribas prevê que o preço do ouro pode atingir US$ 6.000 a onça até o final do ano, devido a riscos macroeconômicos, geopolíticos e forte demanda de bancos centrais.

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Foto: InfoMoney
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10/02 às 09:01

Pontos principais

  • O BNP Paribas estima que o ouro pode chegar a US$ 6.000 por onça até o fim de 2024.
  • Riscos macroeconômicos e geopolíticos são apontados como os principais impulsionadores do rali do ouro.
  • Bancos centrais, como os da Polônia e China, continuam a adquirir ouro, sustentando a demanda global.
  • Fluxos para ETFs lastreados em ouro permanecem estáveis e em crescimento, indicando interesse dos investidores.
  • A prata, por outro lado, tem mostrado volatilidade e sinais de arrefecimento no mercado físico, apesar da forte demanda asiática.

O BNP Paribas elevou sua projeção para o ouro, indicando que o metal precioso pode alcançar US$ 6.000 por onça até o final do ano. Essa expectativa é fundamentada em um cenário de crescentes riscos macroeconômicos e geopolíticos globais, que tradicionalmente impulsionam a busca por ativos de refúgio. Além disso, a demanda contínua por parte de bancos centrais, como os da Polônia e da China, e o fluxo estável para ETFs lastreados em ouro contribuem para a sustentação dos preços.

Outros grandes players do mercado, como Deutsche Bank e Goldman Sachs, também compartilham uma visão otimista para o ouro. Enquanto o ouro se beneficia desse contexto de incertezas e compras institucionais, a prata apresenta um comportamento mais volátil. Apesar de uma forte demanda física na Ásia, o mercado físico da prata começa a mostrar sinais de arrefecimento, com o feriado do Ano Novo Lunar na China podendo impactar ainda mais a demanda pelo metal.

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