Bessent vê “oportunidade geracional” para EUA e América Latina com possível Trump
Scott Bessent, cotado para o Tesouro dos EUA, sugere que um segundo mandato de Donald Trump pode redesenhar as relações com a América Latina, citando apoio a Milei e boa relação com Lula.
Pontos principais
- Scott Bessent, possível secretário do Tesouro dos EUA, vê uma "oportunidade geracional" para os EUA redesenharem relações com a América Latina sob um eventual segundo mandato de Donald Trump.
- A estratégia envolveria combinar poder econômico e militar para influenciar rumos políticos na região, criticando a administração Obama por negligenciar governos pró-mercado.
- Bessent citou o apoio econômico dos EUA a Javier Milei na Argentina para combater desestabilização, destacando seu sucesso eleitoral e popularidade.
- Sobre o Brasil, Bessent afirmou que, apesar de um início "acidentado", Trump e Lula estabeleceram uma "boa relação pessoal".
- O secretário expressou otimismo com a região e o desejo dos EUA de apoiar países latino-americanos com políticas consideradas responsáveis.
Scott Bessent, cotado para secretário do Tesouro dos EUA em um possível segundo mandato de Donald Trump, declarou que o período representaria uma "oportunidade geracional" para redesenhar as relações com a América Latina. A estratégia proposta por Bessent envolveria a combinação de poder econômico e militar para influenciar os rumos políticos da região, criticando a administração Obama por negligenciar governos latino-americanos pró-mercado. Ele destacou o apoio econômico dos EUA a Javier Milei na Argentina, visando combater tentativas de desestabilização e ressaltando o sucesso eleitoral e a crescente popularidade do presidente argentino.
Além da Argentina, Bessent mencionou o Brasil, afirmando que, apesar de um início "acidentado", Trump e o presidente Lula estabeleceram uma "boa relação pessoal". O secretário expressou otimismo com o futuro da região e reforçou o desejo dos EUA de apoiar países latino-americanos que adotem políticas consideradas responsáveis, sinalizando uma possível mudança na abordagem diplomática e econômica dos EUA para a América Latina sob uma nova gestão Trump.
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