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Moraes mantém Silvinei Vasques na Papuda com doutorado EAD e autoriza trabalho interno para Mário Fernandes

Alexandre de Moraes manteve Silvinei Vasques preso na Papuda com autorização para doutorado EAD e permitiu trabalho interno a Mário Fernandes, ambos condenados pelos atos de 8 de janeiro.

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Foto: InfoMoney
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09/02 às 13:01 · atualizado 17:03

Pontos principais

  • Alexandre de Moraes autorizou Silvinei Vasques a cursar doutorado EAD em Direito Econômico e Empresarial na prisão, mantendo-o na Papuda.
  • Silvinei Vasques foi condenado a 24 anos e 6 meses de prisão por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado e por atuar para barrar eleitores de Lula em 2022.
  • A defesa de Silvinei Vasques concordou com a permanência na Papuda, alegando que suas necessidades de saúde e assistência estão atendidas.
  • Moraes também autorizou o trabalho interno de Mário Fernandes, outro condenado pelos atos de 8 de janeiro, em atividades administrativas.
  • Mário Fernandes foi condenado a 26 anos e 6 meses de prisão por organização criminosa armada e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. A decisão autoriza Vasques a prosseguir com seu doutorado em Direito Econômico e Empresarial na modalidade de Ensino à Distância (EAD), atendendo a um pedido da defesa, que concordou com a permanência na unidade prisional do Distrito Federal, posição também endossada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Silvinei foi condenado a 24 anos e 6 meses de prisão pela Primeira Turma do Supremo por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado, incluindo a acusação de atuar para barrar eleitores de Lula no segundo turno das eleições de 2022, por meio de blitzes no Nordeste.

Além disso, Moraes também autorizou o trabalho interno de Mário Fernandes, outro réu condenado pelos atos de 8 de janeiro, em atividades administrativas como conferência de documentos e catalogação de acervo. Mário Fernandes foi condenado a 26 anos e 6 meses de prisão por organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e crimes contra o patrimônio público. A decisão de Moraes ressalta a ponderação entre os direitos dos detentos e as exigências do sistema prisional, permitindo a continuidade de estudos e atividades laborais.

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