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Minha Casa Minha Vida prevê contratar 2 milhões de imóveis até 2027

O programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) planeja a contratação de 1 milhão de imóveis em 2026 e mais 1 milhão em 2027, totalizando 3 milhões de unidades financiadas no terceiro governo Lula.

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Foto: InfoMoney
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09/02 às 15:01

Pontos principais

  • O Minha Casa Minha Vida (MCMV) projeta a contratação de 1 milhão de imóveis em 2026 e outro milhão em 2027.
  • Com isso, o programa alcançará 3 milhões de imóveis financiados entre 2023 e 2027, no terceiro mandato do governo Lula.
  • O ministro das Cidades, Jader Filho, destacou que o MCMV é o programa mais bem avaliado do governo, gerando empregos e atendendo também à classe média.
  • A ampliação para famílias com renda de até R$ 12 mil mensais fez o MCMV ser responsável por cerca de 85% dos lançamentos imobiliários do país.
  • A capacidade financeira do FGTS permite manter o ritmo de 1 milhão de lançamentos anuais, sem a necessidade de novas reduções nas taxas de juros subsidiadas.

O programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) projeta um crescimento significativo nos próximos anos, com a meta de contratar 1 milhão de imóveis em 2026 e mais 1 milhão em 2027. Essa expansão levará o total de unidades financiadas para 3 milhões durante o terceiro governo Lula, entre 2023 e 2027. O ministro das Cidades, Jader Filho, ressaltou a importância do programa, que considera o mais bem avaliado do governo, não apenas por atender às famílias de baixa renda, mas também por sua ampliação para a classe média, com rendas de até R$ 12 mil mensais, e pelo impacto na geração de empregos.

Atualmente, o MCMV responde por cerca de 85% dos lançamentos imobiliários no Brasil, impulsionado pela capacidade financeira do FGTS, que garante o ritmo de 1 milhão de lançamentos anuais sem a necessidade de novas reduções nas taxas de juros subsidiadas. As recentes alterações nas regras de crédito imobiliário pelo Banco Central, combinadas com a queda da taxa Selic, são vistas como fatores que impulsionarão ainda mais o setor, com a expectativa de que os empréstimos imobiliários, hoje em 12% do PIB, possam atingir 20% em duas décadas.

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