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Goldman Sachs: Minerva terá ganho limitado com acordo de exportação de carne bovina Argentina-EUA

O Goldman Sachs avalia que a Minerva (BEEF3) terá um ganho limitado de até 2% no EBITDA de 2026 com o acordo de exportação de carne bovina entre EUA e Argentina, mantendo a recomendação neutra para a ação.

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Foto: InfoMoney
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09/02 às 12:01

Pontos principais

  • EUA e Argentina fecharam acordo para expandir a exportação de carne bovina argentina em 80 mil toneladas métricas a partir de 2026.
  • O Goldman Sachs estima que a Minerva (BEEF3) será a maior beneficiada, com risco positivo de até 2% no EBITDA de 2026 devido à sua capacidade na Argentina.
  • Apesar do ganho, o impacto é considerado pequeno, e o Goldman Sachs mantém a recomendação neutra para a Minerva, com preço-alvo de R$ 6,75.
  • Para JBS (JBSS32) e MBRF (MBRF3), o impacto do acordo é visto como negligenciável.
  • O acordo pode trazer efeitos positivos para o Brasil, como a abertura de novos mercados e aumento da demanda global por carne latino-americana, mas também riscos de maior concorrência.

O Goldman Sachs analisou o recente acordo entre Estados Unidos e Argentina para expandir a exportação de carne bovina argentina em 80 mil toneladas métricas a partir de 2026. A instituição financeira projeta que a Minerva (BEEF3) será a principal beneficiada entre as empresas brasileiras, com um potencial risco positivo de até 2% no seu EBITDA de 2026, impulsionado por sua capacidade operacional na Argentina. Contudo, o impacto geral é considerado limitado, levando o Goldman Sachs a manter a recomendação neutra para a ação da Minerva, com preço-alvo de R$ 6,75.

Para outras grandes empresas do setor, como JBS (JBSS32) e MBRF (MBRF3), o impacto do acordo é avaliado como negligenciável. Embora o acordo possa gerar efeitos positivos para o Brasil, como a abertura de novos mercados e o aumento da demanda global por carne latino-americana, também há riscos potenciais, incluindo o aumento da concorrência para as exportações brasileiras e a possibilidade de embargos ou guerras comerciais.

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