O Pix alcançou um novo recorde em 2025, movimentando R$ 35,4 trilhões e impulsionando o Banco Central a aprimorar a segurança e desenvolver novas funcionalidades, como o Pix internacional e parcelado.
O Pix consolidou-se como um dos principais meios de pagamento no Brasil, atingindo um recorde de R$ 35,4 trilhões movimentados em 2025, com quase 80 bilhões de transações. Esse crescimento expressivo, de 33,6% em relação ao ano anterior, demonstra a adoção massiva da ferramenta, que, segundo o diretor do Banco Central, Renato Gomes, tem sido fundamental para a inclusão financeira de milhares de brasileiros. Diante desse cenário, o BC tem focado tanto na expansão de funcionalidades quanto no aprimoramento da segurança do sistema.
Para o futuro, o Banco Central planeja introduzir inovações como o Pix internacional, o Pix em garantia e o Pix por aproximação offline, além de padronizar o Pix Parcelado, visando atender a uma parcela significativa da população sem acesso a cartões de crédito. Paralelamente, em resposta aos R$ 6,5 bilhões em perdas por fraudes registradas em 2024, o BC tem implementado medidas rigorosas de segurança, incluindo a coincidência cadastral e novas regras para a restituição de valores em casos de fraude e falha operacional, garantindo maior proteção aos usuários.