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Ibama multa Petrobras em R$ 2,5 milhões por vazamento na Foz do Amazonas

O Ibama multou a Petrobras em R$ 2,5 milhões por descarte de fluido de perfuração na Foz do Amazonas, com a ANP impondo condições para retomar a perfuração.

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Foto: InfoMoney
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06/02 às 22:01 · atualizado há 5m

Pontos principais

  • O Ibama multou a Petrobras em R$ 2,5 milhões por um vazamento de 18,44 m³ de fluido de perfuração na Bacia da Foz do Amazonas.
  • O incidente ocorreu em 4 de janeiro de 2026, envolvendo o navio sonda 42 (NS-42) a 175 km da costa do Amapá.
  • O material despejado é classificado como de risco moderado para o ecossistema marinho e a saúde humana, segundo o Ibama.
  • A Petrobras contesta a multa, alegando que o fluido é biodegradável, não tóxico e não causa danos ambientais.
  • A ANP impôs novas condições para a Petrobras retomar a perfuração do poço exploratório Morpho, paralisada desde 6 de janeiro.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aplicou uma multa de R$ 2,5 milhões à Petrobras devido ao descarte de 18,44 m³ de fluido de perfuração na Bacia da Foz do Amazonas. O incidente, ocorrido em 4 de janeiro de 2026 com o navio sonda 42 (NS-42) a 175 km da costa do Amapá, envolveu um material classificado como de risco moderado para a saúde humana e o ecossistema aquático. A Petrobras confirmou a notificação, mas contesta a multa, alegando que o fluido é biodegradável, não persistente, atóxico e não bioacumulável, cumprindo as exigências ambientais.

A empresa tem 20 dias úteis para pagar a multa ou apresentar sua defesa administrativa. A interrupção das atividades de perfuração ocorreu em 6 de janeiro, após perdas em linhas auxiliares do navio-sonda, e a Petrobras afirmou que o vazamento foi contido imediatamente e a operação interrompida para reparos.

Enquanto isso, a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) impôs novas condições para a retomada da perfuração do poço exploratório Morpho. As exigências incluem a substituição de selos do riser de perfuração e a apresentação de evidências da troca, mantendo a operação paralisada.

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