O Ibama multou a Petrobras em R$ 2,5 milhões por descarte de fluido de perfuração na Foz do Amazonas, com a ANP impondo condições para retomar a perfuração.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aplicou uma multa de R$ 2,5 milhões à Petrobras devido ao descarte de 18,44 m³ de fluido de perfuração na Bacia da Foz do Amazonas. O incidente, ocorrido em 4 de janeiro de 2026 com o navio sonda 42 (NS-42) a 175 km da costa do Amapá, envolveu um material classificado como de risco moderado para a saúde humana e o ecossistema aquático. A Petrobras confirmou a notificação, mas contesta a multa, alegando que o fluido é biodegradável, não persistente, atóxico e não bioacumulável, cumprindo as exigências ambientais.
A empresa tem 20 dias úteis para pagar a multa ou apresentar sua defesa administrativa. A interrupção das atividades de perfuração ocorreu em 6 de janeiro, após perdas em linhas auxiliares do navio-sonda, e a Petrobras afirmou que o vazamento foi contido imediatamente e a operação interrompida para reparos.
Enquanto isso, a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) impôs novas condições para a retomada da perfuração do poço exploratório Morpho. As exigências incluem a substituição de selos do riser de perfuração e a apresentação de evidências da troca, mantendo a operação paralisada.
InfoMoney • 7 fev, 17:52
Agência Brasil - EBC • 7 fev, 11:30
InfoMoney • 6 fev, 21:49