Medalhas de Milão-Cortina 2026 serão as mais caras da história, com ouro a R$ 12 mil
As medalhas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 serão as mais valiosas já entregues, com a de ouro custando R$ 12 mil, impulsionadas pela valorização dos metais e uso de material reciclado.
Pontos principais
- As medalhas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 serão as mais caras da história em valor material.
- A valorização de 107% do ouro e 200% da prata desde os Jogos de Paris é a principal causa do aumento dos custos.
- Uma medalha de ouro é estimada em US$ 2.300 (R$ 12 mil), enquanto a de prata vale cerca de US$ 1.400 (R$ 7,36 mil).
- Um total de 1.146 medalhas serão distribuídas nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, todas produzidas com metais reciclados pela Casa da Moeda italiana.
- As medalhas de ouro contêm 6 gramas de ouro 999,9 e 500 gramas de prata 999, não sendo de ouro maciço desde 1912.
As medalhas que serão entregues nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 prometem ser as mais valiosas da história, um reflexo direto da escalada nos preços dos metais preciosos. Com o ouro registrando um aumento de 107% e a prata valorizando 200% desde os Jogos de Paris, o custo material de cada pódio atingiu patamares inéditos. Uma medalha de ouro, por exemplo, é avaliada em cerca de US$ 2.300 (aproximadamente R$ 12 mil), enquanto a de prata alcança US$ 1.400 (cerca de R$ 7,36 mil).
Um total de 1.146 medalhas serão distribuídas nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, todas produzidas com metais reciclados pela Casa da Moeda e Instituto Poligráfico do Estado Italiano (IPZS), em um esforço para alinhar o evento com práticas de sustentabilidade. As medalhas de ouro, que não são de ouro maciço desde 1912, contêm atualmente 6 gramas de ouro 999,9 e 500 gramas de prata 999. As medalhas de bronze, feitas de cobre, mantêm um valor material mais modesto, em torno de US$ 5,60 (R$ 29,40).
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