Ministros do STF demonstraram divisões internas e o isolamento de Fachin ao rejeitar a prioridade de um Código de Ética, vendo-o como projeto pessoal e temendo desgaste público.
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O Supremo Tribunal Federal (STF) revelou profundas divisões internas ao lidar com a proposta de um Código de Ética apresentada pelos ministros Edson Fachin e Cármen Lúcia. A iniciativa, vista por muitos como um projeto pessoal e não como prioridade da Corte, gerou desconforto e reações negativas. O cancelamento de uma reunião para discutir o tema, com risco de baixo quórum, evidenciou o isolamento de Fachin e as tensões existentes no tribunal, especialmente no período pós-8 de janeiro.
Ministros avaliam que a discussão pública sobre o código ampliou o desgaste da imagem do STF. Enquanto uma ala defende a criação de um código para proteger a instituição, outra sugere adiar o debate para depois das eleições de outubro, temendo a politização do tema e que o STF se torne alvo de candidatos. Apesar da resistência inicial, a expectativa é que a ministra Cármen Lúcia apresente um novo texto para debate futuro, indicando que a discussão sobre a conduta ética no tribunal não será completamente abandonada.
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