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Programa Caminhos Amefricanos leva professores negros para intercâmbio no Panamá

Professores de escolas públicas que se autodeclaram pretos, pardos ou quilombolas podem se inscrever para 50 vagas em intercâmbio no Panamá, visando combater o racismo e promover a igualdade racial.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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05/02 às 19:04

Pontos principais

  • O Programa Caminhos Amefricanos oferece 50 vagas para intercâmbio de curta duração no Panamá.
  • As inscrições são destinadas a docentes da educação básica pública que se autodeclaram pretos, pardos ou quilombolas, e vão até domingo (8).
  • A iniciativa é uma parceria entre o Ministério da Igualdade Racial (MIR) e a Capes, vinculada ao MEC.
  • O objetivo é combater o racismo e promover a igualdade racial no Brasil através de intercâmbios em países africanos, latino-americanos e caribenhos.
  • O intercâmbio, com duração de até 15 dias a partir de maio de 2026, terá custos de diárias, passagens, seguro e passaporte financiados pelo MIR.

O Programa Caminhos Amefricanos: Intercâmbios Sul-Sul, edição Panamá, está com inscrições abertas para 50 vagas destinadas a professores da educação básica pública que se autodeclaram pretos, pardos ou quilombolas. A iniciativa, que visa combater o racismo e promover a igualdade racial no Brasil, é uma parceria entre o Ministério da Igualdade Racial (MIR) e a Capes, vinculada ao MEC. Os docentes interessados devem ser efetivos há pelo menos um ano, possuir licenciatura e desenvolver atividades relacionadas à educação étnico-racial.

O intercâmbio no Panamá terá duração de até 15 dias, com início previsto para maio de 2026, e incluirá atividades na Universidad de Panamá e visitas culturais. O MIR será responsável por financiar integralmente os custos de diárias, passagens aéreas, seguro saúde e passaporte dos participantes, garantindo a acessibilidade e a oportunidade de desenvolvimento profissional e cultural para os educadores selecionados.

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