Professores de escolas públicas que se autodeclaram pretos, pardos ou quilombolas podem se inscrever para 50 vagas em intercâmbio no Panamá, visando combater o racismo e promover a igualdade racial.
O Programa Caminhos Amefricanos: Intercâmbios Sul-Sul, edição Panamá, está com inscrições abertas para 50 vagas destinadas a professores da educação básica pública que se autodeclaram pretos, pardos ou quilombolas. A iniciativa, que visa combater o racismo e promover a igualdade racial no Brasil, é uma parceria entre o Ministério da Igualdade Racial (MIR) e a Capes, vinculada ao MEC. Os docentes interessados devem ser efetivos há pelo menos um ano, possuir licenciatura e desenvolver atividades relacionadas à educação étnico-racial.
O intercâmbio no Panamá terá duração de até 15 dias, com início previsto para maio de 2026, e incluirá atividades na Universidad de Panamá e visitas culturais. O MIR será responsável por financiar integralmente os custos de diárias, passagens aéreas, seguro saúde e passaporte dos participantes, garantindo a acessibilidade e a oportunidade de desenvolvimento profissional e cultural para os educadores selecionados.