PF abre inquérito contra Grupo Fictor por crimes financeiros e conexão com Operação Compliance Zero
A Polícia Federal de SP abriu inquérito contra o Grupo Fictor por crimes financeiros, investigando sua conexão com a Operação Compliance Zero e a tentativa de compra do Banco Master.
Pontos principais
- A Polícia Federal de São Paulo abriu inquérito para investigar o Grupo Fictor por crimes contra o sistema financeiro nacional.
- A investigação busca conectar o Fictor à Operação Compliance Zero, que apura gestão fraudulenta na tentativa de compra do Banco Master pelo BRB.
- O Grupo Fictor, que propôs comprar o Banco Master, entrou com pedido de recuperação judicial com dívidas de R$ 4 bilhões em menos de três meses.
- Crimes investigados incluem gestão fraudulenta, apropriação indébita financeira e operação de instituição financeira sem autorização.
- O Banco Central classificou a negociação do Fictor com o Banco Master como uma 'cortina de fumaça' para desviar o foco da crise do Master.
A Polícia Federal de São Paulo abriu um inquérito para investigar o Grupo Fictor por crimes contra o sistema financeiro nacional, aprofundando a apuração de sua possível conexão com a Operação Compliance Zero. Esta operação já investiga a gestão fraudulenta na tentativa de aquisição do Banco Master pelo BRB. A PF busca entender como o Fictor, após propor a compra do Banco Master, solicitou recuperação judicial com dívidas de R$ 4 bilhões em um curto período.
Entre os crimes sob investigação estão gestão fraudulenta, apropriação indébita financeira, emissão de títulos sem lastro e operação de instituição financeira sem autorização. O Banco Central chegou a classificar a negociação do Fictor com o Banco Master como uma 'cortina de fumaça' para desviar a atenção da crise do Master, que foi liquidado por suspeita de fraude. O Fictor, por sua vez, alega que a liquidação do Banco Master e as notícias negativas afetaram sua imagem e liquidez no mercado.
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