O mini-índice WING26 fechou com queda acentuada de 2,22%, refletindo aversão ao risco no mercado brasileiro devido a balanços corporativos, ruído político e cenário externo desfavorável.
O mini-índice (WING26) registrou uma forte baixa de 2,22% na última sessão, fechando em 182.385 pontos e reforçando o viés corretivo de curto prazo. Essa queda reflete a aversão ao risco no mercado brasileiro, que vivenciou a pior baixa do ano para o mercado acionário, impulsionada por uma combinação de fatores como realização de lucros, ruído político interno e um cenário externo desfavorável. Balanços corporativos, como o do Santander, e dados fracos do mercado de trabalho dos EUA contribuíram para a fuga de investimentos e a alta volatilidade, com bancos e varejo liderando as perdas.
Para os traders, a sessão foi marcada por uma aceleração vendedora. A análise técnica do WING26 indica que a continuidade da baixa dependerá do rompimento dos suportes em 181.705/180.935 pontos, enquanto uma retomada de alta exigiria a superação das resistências em 182.530/183.480 pontos. Apesar do movimento corretivo de curtíssimo prazo, o mini-índice ainda se mantém acima das médias móveis no gráfico diário, preservando a tendência principal de alta. O mercado segue sensível ao fluxo de notícias e balanços corporativos, exigindo dos investidores uma leitura técnica apurada e uma gestão rigorosa de risco.