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Embraer vende carros voadores para empresa japonesa AirX com entregas a partir de 2029

A Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, fechou contrato para vender pelo menos duas aeronaves elétricas (eVTOLs) para a japonesa AirX, marcando sua primeira venda na Ásia-Pacífico, com entregas a partir de 2029.

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Foto: G1 - Economia
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04/02 às 15:01 · atualizado há 5m

Pontos principais

  • A Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, venderá eVTOLs para a AirX, maior empresa de fretamento de helicópteros do Japão.
  • O acordo inicial prevê a venda de duas aeronaves, com potencial de expansão para mais 48 veículos, a serem entregues a partir de 2029.
  • Os carros voadores serão usados em fretamento aéreo turístico e regional em cidades japonesas como Tóquio e Osaka.
  • Esta é a primeira venda da Eve Air Mobility para a região da Ásia-Pacífico, anunciada durante o Singapore Airshow.
  • Os eVTOLs, produzidos em Taubaté (SP), têm capacidade para cinco pessoas e autonomia de 100 km, aguardando certificação da Anac.

A Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, anunciou a venda de pelo menos duas aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOLs), conhecidas como carros voadores, para a empresa japonesa AirX, líder em fretamento de helicópteros no Japão. O contrato, divulgado durante o Singapore Airshow, prevê a entrega dos veículos a partir de 2029, com a possibilidade de expandir o pedido para até 48 unidades adicionais. Esta transação marca a primeira venda da Eve Air Mobility na região da Ásia-Pacífico, com os eVTOLs destinados a operações de fretamento aéreo turístico e regional em grandes cidades japonesas como Tóquio e Osaka.

Os veículos, que tiveram seu protótipo em voo inaugural em dezembro de 2025, são produzidos em Taubaté (SP) e têm capacidade para cinco pessoas e autonomia de 100 km, embora ainda aguardem certificação da Anac para operar. A Eve Air Mobility planeja iniciar as entregas e operações comerciais em 2027, com uma projeção ambiciosa de uma frota mundial de 30 mil eVTOLs e uma receita de US$ 280 bilhões até 2045, evidenciando o potencial de mercado e a visão de futuro da empresa no setor de mobilidade aérea.

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