O ano de 2025 marcou o pior desempenho da previdência privada aberta no Brasil em termos de captação líquida, registrando uma queda expressiva de 93,5% em comparação com o ano anterior. A captação líquida totalizou R$ 4 bilhões, um resultado significativamente inferior aos anos anteriores. Essa retração é atribuída principalmente à manutenção da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em planos VGBL para aportes acima de R$ 300 mil, medida que desestimulou novos investimentos no setor.
Edson Franco, presidente da Fenaprevi, classificou 2025 como um ano de perdas para a sociedade e a economia, destacando o impacto negativo na poupança de longo prazo. Apesar da desaceleração, o setor ainda administra um volume considerável de R$ 1,8 trilhão em ativos, representando 14% do PIB brasileiro, e atende a mais de 11,2 milhões de pessoas com planos de previdência.
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