Ex-presidente da Rioprevidência é preso em operação da PF que investiga crimes financeiros
Deivis Marcon Antunes, ex-presidente da Rioprevidência, foi preso na 2 fase da Operação Barco de Papel, que apura crimes contra o sistema financeiro e obstrução de justiça em aportes no Banco Master.
Pontos principais
- Deivis Marcon Antunes, ex-presidente da Rioprevidência, foi preso na segunda fase da Operação Barco de Papel.
- A PF investiga a decisão de Antunes de viajar de carro de SP para o RJ antes da prisão, suspeitando de obstrução de justiça e ocultação de provas.
- A Operação Barco de Papel apura irregularidades em aportes de R$ 970 milhões da Rioprevidência no Banco Master, liquidado pelo Banco Central.
- Outros dois mandados de prisão temporária foram expedidos, mas os investigados estão foragidos.
- As prisões foram determinadas pela 6 Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro devido ao risco de destruição de provas.
A Polícia Federal (PF) prendeu Deivis Marcon Antunes, ex-presidente da Rioprevidência, na segunda fase da Operação Barco de Papel. A ação investiga crimes contra o sistema financeiro relacionados a aportes de quase R$ 1 bilhão do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro no Banco Master, que foi liquidado pelo Banco Central. Antunes é investigado por obstrução de justiça e suspeita de tentar ocultar provas, com a PF apurando sua viagem de carro de São Paulo para o Rio de Janeiro antes da prisão.
Além da prisão de Antunes, outros dois mandados de prisão temporária foram expedidos, mas os investigados permanecem foragidos. As prisões foram determinadas pela 6 Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, que considerou o risco de destruição de provas e obstrução das investigações. Antunes foi detido por policiais rodoviários federais em Volta Redonda e será encaminhado à Superintendência da PF no Rio de Janeiro.
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