Aleksandr Lukashenko, ditador de Belarus, manifestou apoio à reeleição do presidente Lula em 2026 e ofereceu ajuda para garantir um ambiente eleitoral pacífico no Brasil, gerando potencial desconforto diplomático.
O ditador de Belarus, Aleksandr Lukashenko, expressou publicamente seu apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026, oferecendo inclusive assistência para assegurar um processo eleitoral "pacífico e tranquilo" no Brasil. A declaração, divulgada pela agência estatal Belta, ocorreu durante um encontro com o embaixador brasileiro em Minsk, Bernard Klingl, e levanta questões sobre as implicações diplomáticas para o governo brasileiro.
A manifestação de apoio de um líder cujo regime é amplamente criticado por violações de direitos humanos e fraudes eleitorais, e que está no poder desde 1994, pode gerar desconforto e ser explorada no cenário político interno brasileiro. Belarus, um aliado próximo da Rússia, é o único país da Europa e ex-URSS que ainda mantém a pena de morte, o que adiciona uma camada de complexidade à natureza desse apoio.