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73% dos imigrantes detidos nos EUA não têm antecedentes criminais, revela estudo

Um estudo recente aponta que a maioria dos imigrantes detidos nos EUA não possui histórico criminal, contradizendo a narrativa do governo Trump e levantando sérias questões sobre as políticas de imigração e as condições de detenção.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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03/02 às 17:04

Pontos principais

  • 73% dos 68 mil imigrantes detidos nos EUA não possuem antecedentes criminais, segundo o TRAC.
  • O Conselho Americano de Imigração registrou um aumento de 2.450% na prisão de imigrantes sem antecedentes criminais sob a gestão Trump.
  • O número de detenções aumentou 75% no segundo governo Trump, com projeções de atingir 100 mil detidos em 2026.
  • Juízes em Minnesota identificaram centenas de violações nos procedimentos de detenção do ICE.
  • Empresas de segurança e prisões privadas lucram com a política anti-imigração, e as condições dos centros de detenção pioraram, com 30 mortes previstas para 2025.

Um estudo recente revela que 73% dos 68 mil imigrantes detidos nos Estados Unidos não possuem antecedentes criminais, desmentindo a retórica do governo Trump de que o ICE foca na detenção de criminosos. O Conselho Americano de Imigração aponta um aumento de 2.450% na prisão de imigrantes sem histórico criminal durante a administração Trump, evidenciando uma mudança drástica nas prioridades de imigração. As detenções, que aumentaram 75% no segundo governo Trump, são frequentemente utilizadas como ferramenta para forçar deportações, com previsões de que o número de detidos chegue a 100 mil em 2026.

Essa política tem gerado preocupações significativas. Juízes em Minnesota já apontaram centenas de violações nos procedimentos de detenção do ICE, e especialistas criticam a violação da lei por parte do governo. Além disso, empresas de segurança e prisões privadas têm se beneficiado financeiramente dessa política anti-imigração, enquanto as condições nos centros de detenção se deterioram, resultando em um aumento preocupante de mortes, com 30 óbitos esperados para 2025.

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