A Fontana di Trevi, em Roma, implementou uma taxa de 2 euros para turistas, visando controlar a superlotação, financiar a manutenção e beneficiar moradores, com isenções para grupos específicos.
A icônica Fontana di Trevi, um dos pontos turísticos mais visitados de Roma, implementou uma nova política de cobrança, exigindo uma taxa de 2 euros (cerca de R$ 12,40) de turistas para acesso à bacia da fonte. A medida, que já está em vigor, tem como principais objetivos combater a crescente superlotação do local, reduzir o excesso de turismo e gerar fundos essenciais para a manutenção do monumento e para a cidade. A praça ao redor da fonte, contudo, permanecerá gratuita, e a cobrança será aplicada em horários específicos.
A prefeitura de Roma projeta que a arrecadação anual com a taxa possa atingir pelo menos seis milhões de euros. Uma parte significativa dessa receita será utilizada para custear 25 novos atendentes, que auxiliarão na organização e controle do fluxo de visitantes. Além disso, a iniciativa prevê um benefício direto para os moradores da capital italiana, que terão entrada gratuita em diversos museus da cidade, assim como isenções para pessoas com deficiência e crianças menores de 6 anos. A Fontana di Trevi se junta, assim, a outros marcos culturais na Itália, como o Panteão e Veneza, que também adotaram taxas de visitação para gerenciar o turismo e garantir a preservação de seu patrimônio.