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Anos eleitorais aumentam volatilidade de Ibovespa e estatais, aponta Ágora Investimentos

Análise da Ágora Investimentos revela que anos eleitorais intensificam a volatilidade do Ibovespa e de ações de estatais como Petrobras e Banco do Brasil, especialmente no segundo semestre.

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Foto: InfoMoney
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02/02 às 16:02

Pontos principais

  • Anos eleitorais registram maior volatilidade no Ibovespa (23,93%) em comparação com anos não eleitorais (20,91%).
  • A volatilidade é mais acentuada no segundo semestre de anos eleitorais, com picos em outubro e novembro.
  • O Banco do Brasil (BBAS3) apresenta maior volatilidade em anos eleitorais (40,74%), seguindo o padrão do Ibovespa.
  • A Petrobras (PETR4) mostra menor volatilidade agregada em anos eleitorais, mas com aceleração no segundo semestre.
  • Investidores estrangeiros demonstram cautela e incerteza antes de aumentar posições devido ao ciclo eleitoral brasileiro.

A Ágora Investimentos divulgou uma análise indicando que anos eleitorais são marcados por um aumento significativo na volatilidade do Ibovespa e de ações de empresas estatais, como Petrobras (PETR4) e Banco do Brasil (BBAS3). O estudo aponta que a volatilidade média do Ibovespa em anos eleitorais atinge 23,93%, superando os 20,91% observados em anos não eleitorais. Essa instabilidade é particularmente notável no segundo semestre, com picos nos meses de outubro e novembro, período que coincide com o auge do processo eleitoral.

Para o Banco do Brasil, a volatilidade em anos eleitorais é ainda mais pronunciada, chegando a 40,74%, alinhando-se ao comportamento geral do Ibovespa. A Petrobras, por sua vez, exibe um padrão distinto, com menor volatilidade agregada em anos eleitorais, mas uma aceleração considerável no segundo semestre. A Ágora Investimentos ressalta que essa volatilidade eleitoral não é uniforme e pode atuar como um catalisador para a volatilidade idiossincrática de certos ativos, levando investidores estrangeiros a adotarem uma postura mais cautelosa e incerta antes de expandir suas posições no mercado brasileiro.

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