As taxas do Tesouro Direto no Brasil mantiveram estabilidade nesta sexta-feira, em contraste com a volatilidade dos Treasuries americanos, influenciada pela indicação de Kevin Warsh para o Fed e a expectativa de cortes de juros no Brasil.
Nesta sexta-feira, o Tesouro Direto no Brasil demonstrou resiliência, com suas taxas permanecendo estáveis, em um cenário de forte volatilidade nos Treasuries americanos. A instabilidade nos EUA foi impulsionada pela indicação de Kevin Warsh por Donald Trump para a presidência do Federal Reserve, gerando incertezas nos mercados globais sobre a futura política monetária americana. No Brasil, os títulos prefixados e indexados à inflação registraram variações discretas, após ajustes observados na véspera.
O mercado brasileiro também está atento à próxima decisão do Banco Central sobre o ciclo de cortes de juros, com expectativas de que a medida possa ocorrer já em março. A possível nomeação de Warsh para o Fed é vista por analistas como um fator que poderia acelerar os cortes de juros nos EUA, alinhando-se às preferências de Trump. Além disso, investidores brasileiros acompanham de perto os dados do setor público, como a dívida bruta e o resultado primário, que também influenciam as decisões de investimento.