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ONU alerta para colapso financeiro por taxas não pagas e Trump lança 'Conselho da Paz'

O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou sobre um iminente colapso financeiro da organização devido a taxas não pagas, enquanto Donald Trump lançou um 'Conselho da Paz' visto como uma tentativa de enfraquecer a ONU.

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Foto: InfoMoney
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30/01 às 11:01 · atualizado há 5m

Pontos principais

  • António Guterres, secretário-geral da ONU, alertou os Estados membros sobre um 'colapso financeiro iminente' da organização.
  • A crise financeira da ONU é atribuída a taxas não pagas pelos membros e a uma regra orçamentária que exige a devolução de fundos não gastos.
  • Donald Trump lançou um 'Conselho da Paz' para supervisionar a paz em regiões como Gaza, convidando 60 líderes mundiais, incluindo o presidente Lula.
  • A iniciativa de Trump é interpretada por diplomatas como uma tentativa de enfraquecer a ONU, sendo descrita como uma 'Nações Unidas de Trump'.
  • Críticos apontam falhas no conselho de Trump, como a concentração de poder e a falta de transparência, além do temor de que se torne uma 'ONU paralela' controlada pelos EUA.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, emitiu um alerta grave sobre um 'colapso financeiro iminente' da organização, atribuindo a situação a taxas não pagas pelos Estados membros e a uma regra orçamentária que exige a devolução de fundos não gastos. Em carta datada de 28 de janeiro, Guterres afirmou que a situação ameaça a execução de programas e se deteriorará no futuro próximo. Este aviso surge em um momento de crescente tensão geopolítica e questionamento do multilateralismo.

Simultaneamente, Donald Trump lançou um 'Conselho da Paz', uma iniciativa que visa supervisionar a paz em áreas como a Faixa de Gaza e convidou 60 líderes mundiais, incluindo o presidente Lula. A iniciativa de Trump é amplamente vista por diplomatas como uma tentativa de minar a autoridade e a relevância da ONU, sendo descrita por alguns como uma 'Nações Unidas de Trump'. Críticos apontam preocupações com a concentração de poder e a falta de transparência no conselho de Trump, temendo que se torne uma 'ONU paralela' sob influência dos Estados Unidos.

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