A economia brasileira registrou um desempenho notável em 2025, com a taxa de desemprego atingindo 5,6%, o menor patamar desde 2012, conforme dados do IBGE. Este resultado foi impulsionado principalmente pelo consumo das famílias, que conseguiu compensar os efeitos de uma taxa Selic elevada, que chegou a 15% em junho de 2025, o maior nível em quase duas décadas, implementada para controlar a inflação persistente.
O aumento do contingente de pessoas ocupadas, a elevação da renda do trabalhador e o reajuste do salário mínimo foram fatores cruciais que contribuíram para o crescimento do consumo de bens não duráveis e serviços. O rendimento médio mensal do trabalhador alcançou um recorde de R$ 3.560, representando uma expansão de 5,7% em relação a 2024. Além disso, o número de trabalhadores com carteira assinada atingiu 38,9 milhões, o maior da série histórica, enquanto os trabalhadores por conta própria somaram 26,1 milhões, evidenciando a resiliência do mercado de trabalho.
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