Donald Trump intensifica ofensiva em Minnesota com maior destacamento de agentes migratórios e alegações de fraude bilionária, atacando oponentes políticos.
Donald Trump intensificou sua ofensiva em Minnesota, enviando o maior destacamento de agentes federais para o estado e elevando as tensões políticas. Além da Operação Metro Surge, que visa a deportação de criminosos e gerou forte reprovação pública, Trump alegou que a fraude no sistema de assistência social de Minnesota é "muito maior do que os 19 bilhões de dólares originalmente projetados". Ele criticou o governo Biden por supostamente ter conhecimento do esquema e não agir, e atacou a deputada democrata Illhan Omar, chamando-a de "golpista" e sugerindo que ela e seus associados deveriam ser presos ou deportados para a Somália.
A escolha de Minnesota para essa ofensiva é vista como estratégica, influenciada pelo escândalo de fraude envolvendo a comunidade somali e pela acirrada rivalidade política com o governador democrata Tim Walz, a quem Trump chamou de "mais corrupto da história ou o mais incompetente". Apesar da retórica de Trump, a maioria dos somalis em Minnesota são cidadãos americanos, e as ações do ICE têm se concentrado mais na comunidade latina. Minnesota, conhecido como um estado-santuário, possui um histórico de ativismo e resistência às políticas migratórias de Trump, com a população se organizando para proteger os imigrantes.