As ações da Microsoft caíram quase 12% após um balanço trimestral com desaceleração na nuvem e projeções fracas, impactando negativamente Wall Street e gerando dúvidas sobre o retorno dos investimentos em IA.
A Microsoft enfrentou seu pior dia na bolsa desde março de 2020, com suas ações caindo quase 12% após a divulgação de um balanço trimestral que apontou desaceleração no crescimento de sua divisão de computação em nuvem e projeções operacionais fracas. Este resultado impactou negativamente Wall Street e levantou preocupações entre os investidores sobre o alto custo e o retorno incerto dos investimentos da empresa em inteligência artificial, que resultaram em um salto de 66% no capex.
A diretora financeira da Microsoft, Amy Hood, mencionou restrições de capacidade computacional, indicando que a demanda por serviços de nuvem e IA está superando a oferta. O desempenho da Microsoft gerou um efeito dominó no setor de tecnologia, derrubando ações de outras empresas de software, e sinalizou que o mercado está mais focado nos custos e retornos da IA das big techs do que em decisões macroeconômicas.