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Documentário 'Melania' da Amazon gera controvérsia por alto custo e baixa bilheteria

O documentário "Melania", produzido pela Amazon MGM Studios por US$ 75 milhões, enfrenta críticas e projeções de baixa arrecadação, levantando suspeitas de influência política e suborno.

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Foto: G1 Mundo
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29/01 às 20:01

Pontos principais

  • A Amazon MGM Studios investiu US$ 75 milhões no documentário "Melania", incluindo US$ 40 milhões em licenciamento e US$ 35 milhões em marketing.
  • As projeções de bilheteria para o primeiro fim de semana nos EUA variam de US$ 1 milhão a US$ 5 milhões, muito abaixo do investimento.
  • Críticos sugerem que o alto gasto pode ser uma tentativa da Amazon de obter favores do governo Trump, com Melania Trump supostamente recebendo US$ 30 milhões.
  • O filme marca o retorno do diretor Brett Ratner, que enfrentou acusações de má conduta, e Melania Trump teve controle editorial sobre o conteúdo.
  • A estratégia de lançamento em 1.500 a 3.300 salas globalmente é incomum para documentários, que geralmente estreiam em streaming ou circuitos limitados.

O documentário "Melania", uma produção da Amazon MGM Studios, está no centro de uma polêmica devido ao seu custo exorbitante de US$ 75 milhões e às projeções de baixa arrecadação, que variam de US$ 1 milhão a US$ 5 milhões no primeiro fim de semana nos EUA. Este investimento massivo, que inclui US$ 40 milhões pelo licenciamento e US$ 35 milhões em marketing, levanta questões sobre a motivação da Amazon, com analistas sugerindo que a empresa pode estar buscando favores do governo Trump. Há relatos de que Melania Trump teria recebido pessoalmente cerca de US$ 30 milhões, o que intensifica as suspeitas de suborno e influência política.

A controvérsia é agravada pelo retorno do diretor Brett Ratner, que enfrentou acusações de má conduta sexual, e pelo controle editorial exercido por Melania Trump sobre o conteúdo do filme. A estratégia de lançamento em um grande número de salas de cinema globalmente é atípica para documentários, que geralmente têm uma distribuição mais restrita. Embora Donald Trump promova o filme em suas redes sociais, dados de vendas antecipadas indicam baixa procura em grandes cidades, contrastando com um interesse maior em redutos conservadores. O projeto também enfrentou obstáculos diplomáticos, sendo retirado de cartaz na África do Sul, e gerou desconforto entre funcionários da Amazon.

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