O Partido Novo protocolou novamente representações na PGR e PF contra o ministro Dias Toffoli, alegando interferência atípica na investigação do Banco Master, totalizando oito ações.
O Partido Novo voltou a acionar a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal (PF) contra o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), por suposta interferência na condução de investigações envolvendo o Banco Master. Esta é a oitava representação do partido contra o magistrado no caso, que já inclui pedidos de suspeição e um pedido de impeachment no Senado. A bancada do Novo, incluindo os parlamentares Marcel van Hattem, Adriana Ventura e Eduardo Girão, protocolou uma notícia-crime na PGR e uma comunicação de fatos à PF.
Os parlamentares alegam que Toffoli teria extrapolado sua função jurisdicional ao colocar o caso sob sigilo e transferir o inquérito para o STF. Entre as decisões questionadas estão o lacre de materiais apreendidos, a determinação de peritos da PF e a interferência em prazos e depoimentos. A notícia-crime sugere que os fatos podem configurar crimes como lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial, além da interferência. Reportagens jornalísticas também apontam para possíveis vínculos pessoais e familiares de Toffoli com pessoas relacionadas ao núcleo investigado, incluindo movimentações patrimoniais.