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Lula acelera reforma agrária com R$ 2,7 bilhões e estreita laços com MST em ano eleitoral

O governo Lula anunciou um pacote de R$ 2,7 bilhões para a reforma agrária, incluindo desapropriações em seis estados, buscando fortalecer a relação com o MST após críticas do movimento.

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Foto: InfoMoney
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27/01 às 22:05 · atualizado há 5m

Pontos principais

  • O governo Lula destinará R$ 2,7 bilhões para a reforma agrária, com foco em desapropriações em seis estados.
  • A medida visa reaproximar o governo do MST, que havia criticado a lentidão da reforma agrária.
  • Entre as áreas a serem desapropriadas estão locais históricos de conflitos, como a Fazenda Nova Alegria (MG) e a Fazenda Santa Lúcia (PA).
  • O presidente Lula participou de evento do MST e defendeu o engajamento do movimento nas próximas eleições.
  • O ministro Paulo Teixeira defendeu as desapropriações como forma de resolver conflitos rurais e promover a paz no campo.

Em um ano eleitoral, o governo Lula anunciou um investimento de R$ 2,7 bilhões na reforma agrária, com a aceleração de desapropriações em seis estados. A iniciativa busca reatar laços com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que havia expressado insatisfação com o ritmo da reforma agrária. As desapropriações incluem terras com histórico de conflitos, como a Fazenda Nova Alegria, em Minas Gerais, e a Fazenda Santa Lúcia, no Pará, locais de massacres notórios.

O presidente Lula participou do encontro nacional do MST, onde defendeu a participação do movimento nas eleições, que planeja 18 candidaturas. O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, justificou as desapropriações como um meio legal para resolver conflitos no campo e promover a paz. O presidente também atribuiu a lentidão inicial da reforma agrária à falta de estrutura do Incra, prometendo uma reunião com agrupamentos rurais para discutir o tema.

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