Daily Journal
Daily Journal

Bancões: Itaú e Bradesco se destacam em projeções para o 4T25; BB enfrenta desafios

Analistas preveem um 4T25 geralmente saudável para os grandes bancos brasileiros, com Itaú e Bradesco em posição favorável, enquanto o Banco do Brasil pode apresentar resultados mais fracos.

Daily Journal
Foto: InfoMoney
||
27/01 às 22:04 · atualizado há 5m

Pontos principais

  • A temporada de balanços do 4T25 para os bancões inicia em 4 de fevereiro com o Santander Brasil.
  • Itaú (ITUB4) é consistentemente apontado pelo Goldman Sachs por seu ROE elevado e crescimento robusto.
  • Bradesco (BBDC4) é visto com otimismo pelo Itaú BBA, esperando um trimestre consistente e melhora sequencial.
  • Banco do Brasil (BBAS3) deve apresentar os números mais fracos, com desafios no ROE e incertezas sobre provisões.
  • Santander Brasil (SANB11) projeta crescimento moderado da carteira de crédito e margens financeiras estáveis.

A temporada de divulgação de resultados do quarto trimestre de 2025 para os grandes bancos brasileiros, que começa em 4 de fevereiro com o Santander Brasil (SANB11), aponta para um cenário de volumes, receitas e qualidade de crédito geralmente saudáveis. As projeções de analistas do Itaú BBA e Goldman Sachs indicam um crescimento de dois dígitos nos lucros para a maioria dos bancos em 2026, refletindo um panorama positivo para o setor.

Nesse contexto, Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4) surgem como destaques positivos. O Itaú é consistentemente elogiado pelo Goldman Sachs por seu elevado Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) e crescimento saudável, enquanto o Bradesco é visto com otimismo pelo Itaú BBA, que prevê um trimestre consistente e melhora sequencial. Em contrapartida, o Banco do Brasil (BBAS3) deve apresentar os números mais fracos, enfrentando desafios no ROE e incertezas relacionadas às provisões de crédito rural. O Santander Brasil (SANB11) deve registrar um crescimento moderado da carteira de crédito e margens financeiras estáveis, com lucro líquido recorrente projetado em R$ 4,1 bilhões pelo Goldman Sachs.

Comentários

Carregando comentários...