Um dos réus no maior roubo de joias da história dos EUA se autodeportou para o Equador, evitando o julgamento e causando revolta entre as vítimas e promotores.
Jeson Nelon Presilla Flores, um dos sete indivíduos acusados de participar do maior roubo de joias da história dos Estados Unidos, avaliado em US$ 100 milhões, autodeportou-se para o Equador. A saída de Flores do país, que ocorreu em dezembro após ele solicitar sua partida voluntária, foi revelada aos promotores quando seu advogado tentou arquivar as acusações, alegando que a detenção de seu cliente pelo ICE, mesmo sendo residente permanente, violou seus direitos.
Este desenvolvimento gerou forte indignação entre as vítimas do roubo, que agora exigem respostas sobre como um réu em um caso federal de tamanha magnitude pôde deixar o país antes de ser julgado. Os promotores se opõem veementemente ao arquivamento do caso, criticando o benefício involuntário que Flores obteve do processo de imigração e buscando levá-lo a julgamento, o que levanta questões significativas sobre a coordenação entre os sistemas judicial e de imigração.