PF confirma acesso de peritos a provas da Operação Compliance Zero, apesar de restrições do STF
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, confirmou que peritos tiveram acesso às provas da Operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master, minimizando preocupações com as restrições impostas pelo ministro Dias Toffoli do STF.
Pontos principais
- O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afirmou que peritos já acessaram as provas da Operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master.
- A operação apura irregularidades e fraudes financeiras bilionárias envolvendo o Banco Master e a emissão de títulos de crédito.
- O ministro Dias Toffoli, do STF, havia determinado que o material apreendido fosse lacrado e acautelado na Corte, restringindo o acesso a apenas quatro peritos da PF.
- Apesar das decisões de Toffoli, que geraram críticas e preocupações sobre a perda de provas, Rodrigues garantiu que não houve prejuízo à investigação.
- Toffoli também criticou a PF por inobservância de suas decisões em fases anteriores da operação, enquanto fundos ligados ao Banco Master compraram participação de irmãos do ministro em um resort.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, confirmou que peritos da corporação tiveram acesso às provas da Operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master. A declaração busca tranquilizar sobre o andamento da apuração, que aponta fraudes financeiras bilionárias e irregularidades na emissão de títulos de crédito. A confirmação ocorre apesar das restrições impostas pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que havia determinado o acautelamento do material na Corte e limitado o acesso a apenas quatro peritos da PF, gerando críticas e preocupações no meio jurídico e político.
Rodrigues assegurou que não houve prejuízo à investigação, mesmo com as idas e vindas nas decisões de Toffoli, que também criticou a PF por suposta inobservância de suas determinações em fases anteriores. O caso ganhou contornos adicionais com a revelação de que fundos ligados ao Banco Master teriam adquirido a participação de irmãos de Toffoli em um resort, adicionando complexidade ao cenário da investigação.
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