O dólar opera em queda, influenciado por decisões de juros no Brasil e nos EUA, falas de Haddad e cautela global, enquanto mercados aguardam novos dados econômicos.
O dólar iniciou a semana e a sessão em baixa, cotado a R$ 5,1843, em um cenário de múltiplos fatores que influenciam o mercado financeiro global. A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a taxa Selic em 15% ao ano, mas sinalizar um possível corte em março, impactou a moeda. Paralelamente, o Federal Reserve dos EUA também optou por manter sua taxa básica de juros, citando inflação elevada e crescimento econômico sólido, sem sinalizar cortes claros, o que reacende discussões sobre a independência do banco central americano.
No cenário doméstico, as falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre sua saída da pasta em fevereiro e a possível sucessão por Dario Durigan, adicionam um elemento de incerteza e especulação, enquanto o mercado aguarda dados do Caged sobre o emprego formal. Globalmente, a cautela persiste devido a tensões geopolíticas e a possibilidade de um "shutdown" do governo americano. Investidores nos EUA acompanham pedidos semanais de auxílio-desemprego, dados da balança comercial e balanços de empresas de tecnologia. Enquanto isso, o Boletim Focus do Banco Central trouxe uma perspectiva mais otimista para a economia brasileira, com a redução da projeção de inflação para 2026 e a expectativa de queda da taxa Selic para 12,25%.
InfoMoney • 29 jan, 09:22
G1 - Economia • 29 jan, 09:00
G1 - Economia • 27 jan, 09:00
G1 - Economia • 26 jan, 09:00