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Dólar opera em baixa com decisões de juros e mercado atento a dados no Brasil e nos EUA

O dólar opera em queda, influenciado por decisões de juros no Brasil e nos EUA, falas de Haddad e cautela global, enquanto mercados aguardam novos dados econômicos.

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Foto: G1 - Economia
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27/01 às 15:53 · atualizado há 5m

Pontos principais

  • O dólar abriu em queda de 0,41%, cotado a R$ 5,1843, e opera com ligeira baixa ante o real, após decisões de juros.
  • O Copom manteve a taxa Selic em 15% ao ano, sinalizando possível corte em março, e o mercado aguarda dados do Caged.
  • O Federal Reserve dos EUA manteve os juros inalterados, citando inflação elevada e crescimento sólido, sem sinalizar cortes claros.
  • O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, confirmou que deixará a pasta em fevereiro, com Dario Durigan cotado como sucessor.
  • Mercados globais operam com cautela devido a tensões geopolíticas e possibilidade de 'shutdown' do governo americano.
  • Investidores nos EUA acompanham pedidos semanais de auxílio-desemprego, dados da balança comercial e balanços de empresas de tecnologia.
  • A projeção de inflação para 2026 foi reduzida para 4% e a Selic deve cair para 12,25%, segundo o Boletim Focus.

O dólar iniciou a semana e a sessão em baixa, cotado a R$ 5,1843, em um cenário de múltiplos fatores que influenciam o mercado financeiro global. A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a taxa Selic em 15% ao ano, mas sinalizar um possível corte em março, impactou a moeda. Paralelamente, o Federal Reserve dos EUA também optou por manter sua taxa básica de juros, citando inflação elevada e crescimento econômico sólido, sem sinalizar cortes claros, o que reacende discussões sobre a independência do banco central americano.

No cenário doméstico, as falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre sua saída da pasta em fevereiro e a possível sucessão por Dario Durigan, adicionam um elemento de incerteza e especulação, enquanto o mercado aguarda dados do Caged sobre o emprego formal. Globalmente, a cautela persiste devido a tensões geopolíticas e a possibilidade de um "shutdown" do governo americano. Investidores nos EUA acompanham pedidos semanais de auxílio-desemprego, dados da balança comercial e balanços de empresas de tecnologia. Enquanto isso, o Boletim Focus do Banco Central trouxe uma perspectiva mais otimista para a economia brasileira, com a redução da projeção de inflação para 2026 e a expectativa de queda da taxa Selic para 12,25%.

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