Infantino defende Copa do Mundo como união global em meio a tensões geopolíticas
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, reiterou que a Copa do Mundo de 2026, sediada por EUA, México e Canadá, visa unir o mundo, apesar das crescentes tensões geopolíticas e ameaças de boicote.
Pontos principais
- Gianni Infantino, presidente da Fifa, afirmou que a Copa do Mundo de 2026 unirá o mundo, apesar das tensões geopolíticas.
- A declaração ocorre em meio a ameaças de Donald Trump sobre a Groenlândia, Canadá e México, e possíveis boicotes de seleções europeias.
- Infantino participou do lançamento da logomarca da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Rio de Janeiro e se reuniu com o presidente Lula.
- A Copa do Mundo de 2026 será a primeira com 48 seleções e sediada por três países: EUA, México e Canadá.
- O Brasil sediará a Copa do Mundo Feminina de 2027 e manifestou interesse em sediar o Mundial de Clubes da Fifa em 2029.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defendeu que a Copa do Mundo de 2026, que será sediada por Estados Unidos, México e Canadá, servirá como um evento para unir o mundo, mesmo diante de um cenário de tensões geopolíticas crescentes. As declarações de Infantino foram feitas após o lançamento da logomarca da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil, e em meio a discussões sobre possíveis boicotes de seleções europeias devido a ameaças políticas, como as proferidas pelo ex-presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a Groenlândia.
Infantino, que se encontrou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Brasília, enfatizou que o futebol tem o poder de transcender as divisões políticas. A ministra dos Esportes da França, Marina Ferrari, já afirmou que seu país não pretende boicotar o torneio, defendendo a separação entre esporte e política. A Copa de 2026 será a primeira a contar com 48 seleções, e o Brasil, além de sediar a Copa Feminina de 2027, também demonstrou interesse em sediar o Mundial de Clubes da Fifa em 2029.
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