Venezuela liberta jornalistas em meio à pressão de Trump
A Venezuela libertou 14 jornalistas e outros presos políticos, incluindo o ativista Roland Carreño, em um processo de excarcerações que ocorre sob pressão dos Estados Unidos e em meio a críticas pela lentidão e pela forma como as libertações são conduzidas.
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14/01 às 14:51
Pontos principais
- A Venezuela libertou 14 jornalistas, incluindo o ativista opositor Roland Carreño, em meio a um processo de excarcerações.
- As libertações ocorrem sob pressão dos Estados Unidos, que já haviam anunciado a soltura de cidadãos americanos.
- O governo interino de Delcy Rodríguez prometeu o início do processo de liberação de presos políticos após a queda de Nicolás Maduro.
- ONGs estimam entre 800 e mil presos políticos na Venezuela, com 68 libertações confirmadas até o momento, incluindo profissionais da comunicação.
- As autoridades evitam realizar libertações diretamente nos presídios, transferindo os detidos para outros locais antes da soltura.
- Roland Carreño, ex-colaborador de Juan Guaidó, foi libertado em um centro comercial, após ter sido detido anteriormente sob acusação de terrorismo.
- Familiares de vítimas dos protestos de 2017 criticam a lentidão do Tribunal Penal Internacional na investigação de crimes contra a humanidade.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Roland CarreñoDelcy RodríguezNicolás MaduroDonald TrumpJuan GuaidóEnrique MárquezJosé Alejandro PérezZugeimar ArmasNeomar Lander
Organizações
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