"Tragédia anunciada", diz mãe de vítimas sobre barragem de Brumadinho
Sete anos após a tragédia de Brumadinho, um ato simbólico na Avenida Paulista, em São Paulo, relembra as vítimas e cobra justiça e responsabilização, com a participação de Helena Taliberti, mãe de duas vítimas.
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25/01 às 16:16
Pontos principais
- Um ato simbólico na Avenida Paulista marcou os sete anos do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, que causou 272 mortes.
- Crianças participaram de uma oficina de argila, plantando sementes, em homenagem às vítimas e como um lembrete sobre o meio ambiente.
- O evento foi promovido pelo Instituto Camila e Luiz Taliberti, fundado por Helena Taliberti, que perdeu dois filhos, a nora grávida e o ex-marido na tragédia.
- Helena Taliberti lamentou a perda de seus filhos e netos, enfatizando a importância de zelar pelo futuro das gerações e pela conscientização ambiental.
- Uma sirene foi tocada na Avenida Paulista no horário exato do rompimento, para lembrar que a sirene de alerta não funcionou em Brumadinho.
- A ativista criticou a falta de responsabilização criminal e a lentidão da reparação para os atingidos, alertando que a impunidade pode levar a novas tragédias.
- Helena Taliberti ressaltou que a tragédia de Mariana deveria ter servido como alerta para Brumadinho, mas não foi ouvida.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Helena TalibertiCamila TalibertiLuiz TalibertiFernanda Damian
Organizações
ValeInstituto Camila e Luiz TalibertiAgência Brasil
Lugares
BrumadinhoAvenida PaulistaSão PauloPousada Nova EstânciaMarianaBrasíliaPraça do CruzeiroMata AtlânticaAmazôniaPantanal
