Tesouro Direto reage ao Copom e taxas cedem com sinal de corte de juros
As taxas do Tesouro Direto caem após a decisão do Copom de manter a Selic e sinalizar um possível corte de juros em março, impactando positivamente os títulos prefixados e indexados à inflação.
|
29/01 às 10:21
Pontos principais
- As taxas do Tesouro Direto registraram queda nesta quinta-feira, reagindo à decisão do Copom de manter a Selic em 15% e sinalizar cortes futuros.
- Títulos prefixados como Tesouro Prefixado 2028 e 2032 apresentaram as quedas mais expressivas nas taxas.
- As taxas dos papéis indexados à inflação (Tesouro IPCA+) também cederam, embora de forma mais contida nos vencimentos mais longos.
- O mercado agora especula sobre a intensidade do primeiro corte de juros, com a maioria esperando um corte de 0,50 ponto percentual.
- Analistas da Warren Investimentos e Bank of America comentam a necessidade de calibração da taxa de juros e as expectativas para os próximos cortes.
- O desempenho do Tesouro Direto acompanha a valorização de outros ativos brasileiros, como a Bolsa e o dólar em queda, apesar da manutenção dos juros pelo Federal Reserve nos EUA.
Mencionado nesta matéria
Organizações
Banco Central do BrasilCopomXPWarren InvestimentosBank of AmericaFederal Reserve
Lugares
BrasilEUA
