Rebelião policial na Argentina tem queima de pneus e cobrança por melhores salários
Policiais na cidade argentina de Rosário protestam pelo terceiro dia consecutivo, queimando pneus e exigindo melhores salários e atenção à saúde mental, em meio a suspensões e tensões com o governo provincial.
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11/02 às 18:37
Pontos principais
- Policiais em Rosário, Argentina, realizam protestos pelo terceiro dia, queimando pneus e usando sirenes, para reivindicar melhores salários e apoio à saúde mental.
- O protesto começou após a morte do suboficial Oscar Valdez, um dos vários casos de suicídio na força policial de Santa Fé.
- Os manifestantes, com salários em torno de R$ 3,1 mil, afirmam precisar de horas extras para complementar a renda e denunciam a sobrecarga de trabalho e a falta de recursos.
- O governo provincial suspendeu inicialmente 20 agentes, mas o Ministro da Segurança de Santa Fé, Pablo Cococcioni, anunciou a reintegração e prometeu atualização salarial e programas de saúde mental.
- Apesar das promessas, os policiais mantiveram o protesto, alegando que nenhum acordo salarial foi alcançado.
- Rosário, a terceira maior cidade da Argentina, é uma das mais afetadas pela violência ligada ao tráfico de drogas, o que intensifica a pressão sobre a polícia.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Juan MabromataYamilePablo Cococcioni (Ministro da Segurança de Santa Fé)Sebastián Izquierdo (oficial)Gabriel Sarla (ex-policial e advogado)Luis Maldonado (chefe de polícia)Oscar Valdez (suboficial)Néstor (policial aposentado)Ángel Di MaríaLionel Messi
Organizações
AFPg1Polícia de Santa Fé
Lugares
ArgentinaRosárioSanta FéBuenos AiresCanadáIrãOriente MédioEstados UnidosRio Paraná
