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Rebelião policial na Argentina tem queima de pneus e cobrança por melhores salários

11 de fevereiro, 2026 às 18:37
G1 Mundo

Resumo

Policiais na cidade argentina de Rosário protestam pelo terceiro dia consecutivo, queimando pneus e exigindo melhores salários e atenção à saúde mental, em meio a suspensões e tensões com o governo provincial.

Pontos principais

  • Policiais em Rosário, Argentina, realizam protestos pelo terceiro dia, queimando pneus e usando sirenes, para reivindicar melhores salários e apoio à saúde mental.
  • O protesto começou após a morte do suboficial Oscar Valdez, um dos vários casos de suicídio na força policial de Santa Fé.
  • Os manifestantes, com salários em torno de R$ 3,1 mil, afirmam precisar de horas extras para complementar a renda e denunciam a sobrecarga de trabalho e a falta de recursos.
  • O governo provincial suspendeu inicialmente 20 agentes, mas o Ministro da Segurança de Santa Fé, Pablo Cococcioni, anunciou a reintegração e prometeu atualização salarial e programas de saúde mental.
  • Apesar das promessas, os policiais mantiveram o protesto, alegando que nenhum acordo salarial foi alcançado.
  • Rosário, a terceira maior cidade da Argentina, é uma das mais afetadas pela violência ligada ao tráfico de drogas, o que intensifica a pressão sobre a polícia.

Entidades mencionadas

Pessoas
Juan Mabromata
Yamile
Pablo Cococcioni (Ministro da Segurança de Santa Fé)
Sebastián Izquierdo (oficial)
Gabriel Sarla (ex-policial e advogado)
Luis Maldonado (chefe de polícia)
Oscar Valdez (suboficial)
Néstor (policial aposentado)
Ángel Di María
Lionel Messi
Organizações
AFP
g1
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Lugares
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