Orçamento 2026: economistas veem espaço apertado para investimentos em ano eleitoral; veja áreas afetadas
Economistas alertam para o espaço apertado para investimentos no Orçamento de 2026, ano eleitoral, devido ao arcabouço fiscal e ao crescimento dos gastos obrigatórios, impactando diversas áreas.
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24/01 às 04:01
Pontos principais
- O presidente Lula enfrentará restrições para investimentos e gastos livres dos ministérios em 2026, ano eleitoral, devido ao limite de despesas do arcabouço fiscal.
- Gastos obrigatórios, como benefícios e salários de servidores, crescem acima do limite de 2,5% ao ano, comprimindo o espaço para investimentos e despesas discricionárias.
- Áreas como infraestrutura, defesa agropecuária, bolsas de estudo, emissão de passaportes, fiscalização ambiental e Farmácia Popular estão entre as afetadas pela redução de gastos livres.
- Analistas consideram que os valores alocados para gastos dos ministérios já são baixos e que a projeção de despesas está subestimada, enquanto a arrecadação pode ser superestimada.
- O espaço para investimentos e gastos dos ministérios, após emendas parlamentares e pisos de saúde e educação, cairá para cerca de R$ 65 bilhões em 2026, valor considerado baixo.
- Especialistas preveem um ano difícil para a execução orçamentária e a necessidade de ajustes no arcabouço fiscal em 2027.
- O governo terá que usar grande parte dos R$ 129,2 bilhões de margem para cobrir gastos administrativos essenciais, como água, energia e serviços de limpeza.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Luiz Inácio Lula da SilvaJeferson BittencourtMarcus PestanaFernando Haddad
Organizações
Congressog1PTCNPqCapesIFISenado FederalMinistério do Planejamento, Orçamento e GestãoSecretaria do Tesouro NacionalASA
Lugares
Brasil
