Mortes em protestos no Irã chegam a 5.000, diz agência
Cerca de 5.000 pessoas morreram em decorrência da violência durante os protestos no Irã, que começaram pela crise econômica e evoluíram para pedidos de fim do regime dos aiatolás, gerando forte repressão e condenação internacional.
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18/01 às 06:48
Pontos principais
- Uma fonte do governo iraniano informou à Reuters que cerca de 5.000 pessoas morreram nos protestos no Irã.
- Os protestos, que duram mais de 20 dias, iniciaram devido à crise econômica e alto custo de vida, mas se transformaram em um movimento contra o regime teocrático.
- A repressão aos manifestantes, com relatos de mortes por tiros, gerou reação mundial e ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump.
- O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, culpou os EUA pelas mortes e ordenou que as autoridades "quebrem as costas dos insurgentes".
- Organizações como a Iran Human Rights (IHR) e o canal Iran International reportam números de mortos que variam entre 3.428 e 12.000.
- O governo iraniano cortou a internet desde 8 de janeiro, dificultando a verificação dos dados e a comunicação.
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