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Mais da metade dos negócios em favelas foi aberta a partir da pandemia

Mais da metade dos negócios em favelas brasileiras foi aberta a partir da pandemia de covid-19, impulsionada pela necessidade econômica e o desejo de independência, conforme pesquisa do Data Favela.

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05/02 às 12:59

Pontos principais

  • 56% dos negócios em favelas iniciaram suas atividades após fevereiro de 2020, período que marca o início da pandemia de covid-19 no Brasil.
  • A pesquisa do Data Favela, encomendada pela VR, entrevistou mil empreendedores em favelas brasileiras em outubro e novembro de 2025.
  • A maioria dos empreendedores (51%) fatura até R$ 3.040 por mês, e 57% utilizam economias pessoais ou familiares como capital inicial.
  • As principais motivações para empreender são o desejo de independência (45%), necessidade econômica (29%) e falta de emprego (26%).
  • As áreas de negócio mais comuns são alimentação e bebidas (45%), moda (12%), beleza (13%) e artesanato (8%).
  • Os maiores desafios incluem falta de capital (51%) e dificuldade de acesso ao crédito (25%).
  • As favelas brasileiras movimentam R$ 300 bilhões por ano, e o Censo 2022 do IBGE indica que 8% dos brasileiros vivem nessas comunidades.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Ligia Emanuel da Silva (designer)Cleo Santana (responsável do Data Favela)Karina Meyer (diretora de Marketing da VR)

Organizações

Agência BrasilData FavelaCentral Única das Favelas (Cufa)VRInstituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Lugares

Rio TintoParaíbaBrasilRio de Janeiro

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