Juros do Tesouro Direto têm nova queda firme com apetite por ativos brasileiros
26 de janeiro, 2026 às 10:10
InfoMoney
Resumo
As taxas dos títulos do Tesouro Direto registraram uma nova queda firme, impulsionadas pelo aumento do apetite por ativos brasileiros e um cenário global favorável, enquanto investidores aguardam decisões de política monetária no Brasil e nos EUA.
Pontos principais
- As taxas dos títulos do Tesouro Direto caíram nesta segunda-feira, continuando a tendência positiva para ativos brasileiros.
- Títulos prefixados e atrelados à inflação (IPCA+) apresentaram recuos significativos nas taxas de juros.
- A queda é atribuída ao fluxo sólido de recursos estrangeiros para o Brasil e à melhora do humor global.
- Especialistas apontam um volume expressivo de quase R$ 20 bilhões destinados à bolsa em janeiro, superando o total de 2025.
- A curva de juros brasileira também se beneficia da queda nos rendimentos dos Treasuries americanos, influenciada por títulos japoneses.
- Investidores monitoram as decisões de política monetária do Banco Central e do Federal Reserve, esperadas para quarta-feira.
- A expectativa majoritária no Brasil é de manutenção da Selic em 15%, com foco na comunicação sobre os próximos passos.
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