Gregory Bovino, o rosto da truculência contra imigrantes em Minneapolis
Gregory Bovino, comandante da polícia de fronteira dos EUA, é o rosto da repressão violenta a imigrantes em Minneapolis, onde ações de seus agentes resultaram em mortes e geraram controvérsia, associando-o a táticas autoritárias e impactando a imagem do governo Trump.
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26/01 às 08:50
Pontos principais
- Gregory Bovino, comandante da polícia de fronteira dos EUA, lidera a repressão a imigrantes em Minneapolis, onde dois cidadãos americanos morreram em ações de agentes federais.
- Bovino, conhecido por sua truculência e por ostentar armas, foi alçado ao cargo por Donald Trump para acelerar a política de deportação em massa.
- A mídia alemã associou seu uniforme a oficiais nazistas, e ele é criticado por táticas violentas e por insuflar a atuação agressiva de seus agentes.
- O enfermeiro Alex Pretti foi morto a tiros por agentes federais após filmar uma ação do ICE e tentar proteger uma mulher, sendo posteriormente qualificado sem provas como terrorista doméstico.
- Bovino defendeu a ação dos agentes, alegando que Pretti "estava ali por algum motivo", ignorando o fato de a vítima ser um cidadão americano e enfermeiro de UTI.
- A morte de Pretti e a detenção de uma criança de 5 anos geraram repercussão negativa, com o governador da Califórnia, Gavin Newsom, alertando para o risco de fascismo e autoritarismo.
- A controvérsia em torno de Bovino e as táticas violentas estão se voltando contra o governo Trump, cujos índices de aprovação estão em queda.
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