Gregory Bovino é um comandante da polícia de fronteira dos EUA, nomeado pelo presidente Donald Trump para acelerar a política de deportação em massa. Sua atuação em Minneapolis é marcada por táticas consideradas truculentas e uma retórica belicosa, gerando controvérsia e comparações com oficiais nazistas pela mídia alemã. A morte de dois cidadãos americanos sob seu comando intensificou o escrutínio sobre suas ações, que ele defende apesar das críticas e da baixa aprovação pública.
Gregory Bovino é um comandante da polícia de fronteira dos Estados Unidos, conhecido por liderar a repressão a imigrantes em Minneapolis. Sua atuação é marcada por táticas consideradas truculentas e por uma retórica belicosa, o que gerou controvérsia e associações de sua imagem a oficiais nazistas pela mídia alemã. Bovino foi nomeado para o cargo pelo presidente Donald Trump, com o objetivo de acelerar a política de deportação em massa.
Gregory Bovino, aos 55 anos, construiu uma reputação de figura autoritária, frequentemente exibindo armas de grosso calibre em fotos e vídeos. Sua vestimenta, um sobretudo verde oliva com botões de latão, foi comparada a uniformes nazistas. Antes de Minneapolis, ele atuou em Los Angeles e Chicago. Em Minneapolis, a atuação de seus agentes, que por vezes circulam mascarados, tem sido associada a paramilitares. A política de deportação em massa de Trump, da qual Bovino é um executor chave, tem enfrentado críticas e baixa aprovação. A morte de dois cidadãos americanos em Minneapolis por agentes federais sob seu comando, Renee Good e Alex Pretti, intensificou o escrutínio sobre suas táticas. Bovino defendeu as ações de seus subordinados, qualificando as vítimas como ameaças, mesmo diante de evidências contrárias e da indignação pública.