Da defesa total ao recuo: por que Trump recalculou a estratégia após morte de enfermeiro em operação anti-imigração
28 de janeiro, 2026 às 00:00
G1 Mundo
Resumo
Donald Trump recalcula sua estratégia anti-imigração após a repercussão negativa da morte de um enfermeiro durante uma operação em Minneapolis, levando a uma mudança de tom e realocação de agentes.
Pontos principais
- Donald Trump mudou o tom sobre as operações anti-imigração após a morte de Alex Pretti, um enfermeiro de 37 anos, em Minneapolis.
- Inicialmente, Trump defendeu os agentes federais, mas a repercussão negativa e protestos levaram a um recuo.
- Lideranças republicanas e a Casa Branca alertaram Trump sobre a perda de apoio popular devido à violência das ações do ICE.
- Trump passou a pedir colaboração e reduzir a tensão, conversando com o governador de Minnesota e o prefeito de Minneapolis.
- A Casa Branca concordou em reduzir o número de agentes federais em Minneapolis e realocou o comandante da operação, Gregory Bovino.
- Tom Homan, o "czar da fronteira" de Trump, foi enviado para assumir o comando em Minneapolis, prometendo uma abordagem mais tradicional.
- Trump expressou condolências à família de Pretti e afirmou que acompanharia a investigação, apesar de questionar o porte de arma do enfermeiro.
Tópicos relacionados
Entidades mencionadas
Pessoas
Donald Trump (presidente dos Estados Unidos)
Alex Pretti (enfermeiro)
Lindsey Graham (senador republicano)
Tim Walz (governador de Minnesota)
Jacob Frey (prefeito de Minneapolis)
Gregory Bovino (comandante da Patrulha de Fronteira)
Tom Homan (czar da fronteira de Trump)
Stephen Miller (principal conselheiro de Trump)
Kamala Harris
Organizações
Serviço de Imigração e Alfândega (ICE)
Partido Republicano
Casa Branca
Wall Street Journal
Patrulha de Fronteira
Reuters
Lugares
Minnesota
Minneapolis
Estados Unidos
Califórnia
Equador
