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Chamado por Trump para 'Conselho de paz', Lula já disse que há 'genocídio' em Gaza; ministro falou em 'carnificina'; relembre

O presidente Lula, convidado por Trump para um "Conselho de Paz" em Gaza, já criticou a postura de Israel no conflito, classificando-a como "genocídio" e "carnificina", enquanto o Brasil defende a retirada das tropas israelenses e o reconhecimento do Estado da Palestina.

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17/01 às 19:36

Pontos principais

  • Lula foi convidado por Donald Trump para integrar um "Conselho de Paz" na Faixa de Gaza.
  • O presidente brasileiro já classificou as ações de Israel em Gaza como "genocídio" e "tentativa de extermínio do povo palestino".
  • O Ministério das Relações Exteriores do Brasil defendeu a retirada das tropas israelenses e questionou a proporcionalidade das ações militares.
  • O Brasil reconhece o Estado da Palestina, diferentemente dos EUA e Israel.
  • Uma tentativa do Brasil de aprovar um cessar-fogo na ONU foi vetada pelos EUA, então sob a liderança de Joe Biden.
  • O ministro Mauro Vieira descreveu a situação em Gaza como uma "carnificina" e criticou a reação desproporcional de Israel.
  • O "Conselho de Paz" de Trump visa discutir governança, reconstrução e investimentos na região.

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