Chamado por Trump para 'Conselho de paz', Lula já disse que há 'genocídio' em Gaza; ministro falou em 'carnificina'; relembre
17 de janeiro, 2026 às 19:36
G1 Política
Resumo
O presidente Lula, convidado por Trump para um "Conselho de Paz" em Gaza, já criticou a postura de Israel no conflito, classificando-a como "genocídio" e "carnificina", enquanto o Brasil defende a retirada das tropas israelenses e o reconhecimento do Estado da Palestina.
Pontos principais
- Lula foi convidado por Donald Trump para integrar um "Conselho de Paz" na Faixa de Gaza.
- O presidente brasileiro já classificou as ações de Israel em Gaza como "genocídio" e "tentativa de extermínio do povo palestino".
- O Ministério das Relações Exteriores do Brasil defendeu a retirada das tropas israelenses e questionou a proporcionalidade das ações militares.
- O Brasil reconhece o Estado da Palestina, diferentemente dos EUA e Israel.
- Uma tentativa do Brasil de aprovar um cessar-fogo na ONU foi vetada pelos EUA, então sob a liderança de Joe Biden.
- O ministro Mauro Vieira descreveu a situação em Gaza como uma "carnificina" e criticou a reação desproporcional de Israel.
- O "Conselho de Paz" de Trump visa discutir governança, reconstrução e investimentos na região.
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