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Argentina: reforma de Milei permite jornada de 12 horas e limita greve

20 de fevereiro, 2026 às 13:47
Agência Brasil - EBC

Resumo

A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou a reforma trabalhista proposta pelo governo de Javier Milei, que permite jornada de 12 horas, cria banco de horas e limita o direito de greve, gerando protestos e críticas de sindicatos.

Pontos principais

  • A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou a reforma trabalhista do governo Milei, que altera amplamente o sistema laboral.
  • A reforma permite a ampliação da jornada de trabalho para até 12 horas diárias e cria o banco de horas, além de limitar greves.
  • O projeto sofreu alterações na tramitação, como a retirada da possibilidade de pagar salários com moradia ou alimentação e a exclusão da redução salarial em licença médica.
  • A Confederação Geral do Trabalho (CGT) realizou uma paralisação nacional contra a reforma, alegando que ela representa um retrocesso nos direitos dos trabalhadores.
  • O governo Milei defende que a reforma visa formalizar trabalhadores informais e reduzir custos de contratação no país.
  • A reforma também revoga estatutos profissionais específicos, possibilita negociações de condições inferiores às nacionais e cria o Fundo de Assistência Laboral (FAL).
  • Outras mudanças incluem o esvaziamento da Justiça Nacional do Trabalho, a divisão de férias e a disciplina do trabalho por aplicativos como prestadores independentes.

Entidades mencionadas

Pessoas
Javier Milei
Jorge Sola (co-secretário da CGT)
Gabriel Bornoroni (deputado governista)
Organizações
Câmara dos Deputados da Argentina
Confederação Geral do Trabalho (CGT)
Senado da Argentina
Lugares
Argentina
Brasil
México
Brasília